O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a mostrar, em público, aquilo que a esquerda insiste em esconder: seu desprezo pelo povo simples e trabalhador do Brasil. Em discurso em Sorocaba (SP), Lula relembrou um episódio de seu governo anterior e, ao criticar a escolha de uma foto para representar o país no exterior, deixou escapar uma fala carregada de preconceito e elitismo.
Ao se referir à imagem de um homem negro, alto, sorridente, mas sem dentes, o presidente disparou:
“Você acha isso bonito? Isso é fotografia para colocar representando o Brasil no exterior? Um cara sem dente e ainda negro?”
A frase, que deveria causar vergonha nacional, expõe o abismo entre o discurso populista de Lula e sua verdadeira visão sobre os brasileiros mais pobres. Para ele, aparentemente, um trabalhador humilde não é digno de representar o Brasil diante do mundo.
Dois pesos e duas medidas
Se qualquer político conservador tivesse dito algo semelhante, a militância progressista, os movimentos sociais e boa parte da imprensa já estariam pedindo cassação de mandato, processo por racismo e manchetes inflamadas em jornais internacionais.
Mas quando a fala vem de Lula, a regra muda: a esquerda relativiza, a mídia minimiza e ministros tentam “explicar” o inexplicável.
A verdade por trás da fala
Essa declaração não é apenas um “deslize”. Ela mostra a verdadeira face de um governo que, por trás da retórica de inclusão, trata o povo simples como massa de manobra e peça de propaganda.
Ao dizer que a imagem de um negro sem dentes era inadequada para representar o Brasil, Lula reforça estereótipos e confirma que não enxerga beleza e dignidade no povo que afirma defender.
O Brasil real
Milhões de brasileiros vivem em condições de vulnerabilidade, sem acesso a tratamentos básicos de saúde bucal, sem oportunidades dignas de ascensão social. E, em vez de respeito e reconhecimento, recebem de Lula um olhar de desprezo e humilhação pública.
