A discussão entre direita e esquerda vai muito além de partidos, slogans ou figuras políticas. Trata-se, na verdade, de duas visões de mundo opostas, duas formas distintas de compreender o ser humano, a sociedade, o Estado e até mesmo a justiça.
A direita defende a liberdade individual, a responsabilidade pessoal e o Estado limitado, que serve à sociedade, e não o contrário. Valoriza o mérito, a propriedade privada, a família natural e a caridade voluntária, expressões da graça e da compaixão humanas. Acredita na tradição, na ordem, na liberdade de expressão e na educação como formação moral. Para a direita, o indivíduo é capaz de tomar decisões conscientes e deve ser livre para escolher seu caminho, com responsabilidade e dignidade.
Já a esquerda aposta no coletivismo forçado, no Estado controlador e no igualitarismo artificial, que tenta nivelar resultados em vez de oferecer oportunidades. Substitui a caridade espontânea pela chamada “justiça social” imposta pelo governo — um conceito frequentemente usado para justificar altos impostos e concentração de poder político. Sob o discurso de igualdade, a esquerda estimula o vitimismo social, relativiza a moral, desconstrói a família e manipula a linguagem para moldar o pensamento coletivo.
Enquanto a direita busca verdade objetiva, segurança, soberania e moralidade, a esquerda promove o relativismo, a revisão constante da história e a utopia do “novo homem”, negando a natureza real do ser humano. No campo econômico, a direita acredita na livre iniciativa e na concorrência justa como motores da prosperidade; a esquerda, por outro lado, insiste no controle estatal e na dependência.
A escolha, portanto, não é apenas entre “direita” e “esquerda”. A verdadeira pergunta é:
Você quer ser livre ou quer ser controlado?
Quer viver em uma sociedade baseada na verdade, na responsabilidade e na graça, ou sob uma máquina ideológica que decide por você o que é certo, o que é bom e o que é permitido?
Pense com coragem. Reflita com honestidade. E escolha com consciência.
