Lucas do Rio Verde — A Polícia Judiciária Civil deflagrou, nesta semana, a Operação Ressona, que resultou no cumprimento de diversos mandados de prisão e de busca e apreensão nos municípios de Guarantã do Norte e Lucas do Rio Verde. A ação, considerada bem-sucedida pelas autoridades, integra uma investigação conduzida pela GCCO (Gerência de Combate ao Crime Organizado) e pela DRACO (Delegacia de Repressão a Crimes Organizados), com o objetivo de desarticular uma facção criminosa com atuação em várias regiões do estado.
De acordo com a Polícia Civil, cinco alvos foram atingidos em Lucas do Rio Verde, além de outros em Guarantã, todos vinculados a atividades da organização criminosa investigada. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidas munições, arma de fogo e porções de drogas, incluindo base de cocaína. As apreensões resultaram também em prisões em flagrante, ampliando o impacto da operação.
As investigações partiram do monitoramento de uma liderança faccionada no município e se estenderam a comparsas que atuavam tanto em Lucas quanto em outras cidades. Segundo o delegado responsável, os alvos locais ocupavam função de gerência dentro da estrutura criminosa, sendo peças fundamentais na movimentação de ilícitos.
“Esse tipo de operação demonstra o fortalecimento da Polícia Judiciária Civil em Mato Grosso. Uma investigação que começou em Cuiabá, pelas equipes da GCCO e DRACO, alcançou resultados diretos aqui em Lucas do Rio Verde. É mais um passo para enfraquecer essa organização criminosa que age sem fronteiras — e da mesma forma a Polícia Civil continuará atuando”, destacou o delegado.
A operação contou com o apoio de equipes da Regional de Nova Mutum, reforçando a integração entre delegacias no enfrentamento ao crime organizado. Para as autoridades, o êxito da ação representa mais um avanço no combate às facções que tentam se estabelecer na região.
A Polícia Civil afirmou que novas ações devem ocorrer nas próximas semanas, mantendo o trabalho permanente de inteligência para impedir a expansão da criminalidade organizada em Mato Grosso.
Por/NossavozMT
