Wellington difere de Mauro Mendes e defende RGA retroativo e chamamento de concursados da PM

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Por: Lázaro Thor PNBONLINE

O senador Wellington Fagundes (PL) defendeu nesta segunda-feira (13.10) o pagamento de RGA retroativo para servidores públicos de Mato Grosso e o chamamento de aprovados no concurso público da Polícia Militar.

Fagundes afirmou que as ações de valorização dos servidores públicos são necessárias em razão do aumento de arrecadação do Governo do Estado.

“O servidor público tem sim uma necessidade de uma melhor relação. Essa questão de pagar o RGA tem que ser um compromisso de Estado, porque aumentou a arrecadação. Precisa investir, precisa investir, mas tem que investir nas pessoas também. Não se pode ter um estado em que aumentou tanto a arrecadação e aumentou tanto a concentração de renda”, afirmou Fagundes em entrevista à jornalista Michely Figueiredo e ao jornalista Antero Paes de Barros, na Rádio Cultura.

“O acumulado tem que ser pago também porque é dívida. Agora, como pagar esse acumulado, tem que ser escalonado. É claro, isso não pode se pegar uma dívida grandiosa e pagar de um dia para o outro, né? Mas tem que ser pago. Esse é o problema”, completou o senador.

Fagundes lembrou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de estado, defendeu sua candidatura ao governo em 2022, por não ter boa relação com Mauro Mendes. Fagundes, no entanto, demoveu o presidente da decisão e garantiu a candidatura tranquila de Mendes. O senador afirmou que, na ocasião, pediu para o governador ser melhor do que nos primeiros quatro anos de mandato.

“Quero ser um governador melhor que o Mauro. Por que eu falo isso? Porque quando fomos coligar eu disse ao Mauro, que ele teria que ser melhor governador do que no primeiro mandato”, afirmou.

Fagundes enfrenta resistência dos prefeitos das três principais cidades de Mato Grosso: Flávia Moretti (PL), prefeita de Várzea Grande; Abilio Brunini (PL), prefeito de Cuiabá; e Cláudio Moraes (PL), prefeito de Rondonópolis. Os três criticam a candidatura de Wellington e temem a possibilidade de uma coligação com o MDB.

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