Governo Lula corta verbas e não consegue manter arrecadação em alta

Brasil Economia Política

O governo Lula mais uma vez corta verbas essenciais e mostra fragilidade na gestão das contas públicas. Nos últimos meses, o Palácio do Planalto bloqueou bilhões em áreas estratégicas, como Saúde, Educação e Cidades, ao mesmo tempo em que a arrecadação federal começou a dar sinais de queda.

Cortes atingem saúde, educação e cidades

Em maio, o governo bloqueou R$ 10,6 bilhões e contingenciou outros R$ 20,7 bilhões em despesas discricionárias. A tesourada afetou diretamente a Saúde, que perdeu R$ 5,9 bilhões, e o Ministério das Cidades, que sofreu corte de R$ 4,8 bilhões.
Universidades federais também entraram na lista, com repasses mensais limitados, obrigando gestores a enxugar custos e comprometer atividades essenciais.

Lula justificou os cortes dizendo que precisava cumprir as regras do arcabouço fiscal, mas a realidade é que a má gestão e a falta de confiança do mercado obrigaram o governo a sacrificar setores vitais para os brasileiros.

Arrecadação perde força

Os números da Receita Federal escancaram a fraqueza da economia. Em agosto de 2025, a arrecadação caiu 1,5% em relação ao mesmo mês do ano anterior, somando R$ 208,8 bilhões.
A queda veio principalmente de tributos ligados ao lucro das empresas, como IRPJ e CSLL, refletindo um cenário de baixo crescimento e retração na atividade econômica.

Embora o acumulado de janeiro a agosto ainda registre crescimento de 4,36%, o recuo em meses estratégicos demonstra que a política econômica de Lula falha em garantir estabilidade e previsibilidade.

Falta de rumo fiscal

O governo Lula insiste em apresentar cortes como “ajuste necessário”, mas ignora que os setores mais prejudicados são justamente aqueles que atendem a população. A promessa de responsabilidade fiscal se transformou em um ciclo de bloqueios, improvisos e frustrações.
Enquanto isso, a arrecadação mostra sinais de enfraquecimento e o país perde espaço para crescer.

Ao mesmo tempo em que gasta energia para manter apoio político, Lula sacrifica áreas que deveriam ser prioridade nacional. O resultado é um Estado pesado, que arrecada muito, entrega pouco e transfere a conta para os cidadãos.

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