Ex-presidente passa bem e será acompanhado de perto por especialistas
O ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu alta nesta quarta-feira (17) após três dias internado no hospital DF Star, em Brasília. A internação ocorreu depois de episódios de vômitos, tontura e queda de pressão. No entanto, durante a avaliação clínica, os médicos descobriram algo inesperado: duas das oito lesões retiradas da pele apresentaram carcinoma de células escamosas, um tipo de câncer de pele.
Embora o diagnóstico tenha chamado a atenção, a equipe médica explicou que as lesões estão em estágio inicial. Assim, não há necessidade de tratamentos agressivos neste momento. Por outro lado, Bolsonaro deverá passar por acompanhamento regular, justamente para garantir que novas alterações sejam detectadas precocemente.
Câncer de pele em estágio precoce
De acordo com especialistas, o carcinoma de células escamosas é uma forma comum de câncer de pele. Quando identificado cedo, o tratamento costuma ser eficaz e a taxa de cura é elevada. Dessa maneira, o ex-presidente continuará sob monitoramento, realizando consultas periódicas e exames de controle.
Ao deixar o hospital, Bolsonaro agradeceu o apoio dos médicos e dos apoiadores que se concentraram em frente à unidade de saúde. Apesar da preocupação, ele afirmou estar confiante em sua recuperação.
Repercussão política e pessoal
O estado de saúde do ex-presidente rapidamente repercutiu entre aliados e opositores. Enquanto apoiadores reforçaram mensagens de solidariedade, críticos destacaram que a notícia surge em um momento de intensa agenda política em Brasília. Portanto, a saúde de Bolsonaro deve continuar sendo acompanhada não apenas pela equipe médica, mas também pela opinião pública.
Expectativas daqui para frente
Com a alta hospitalar, Bolsonaro deve retomar aos poucos sua rotina, embora médicos recomendem descanso e atenção redobrada com exposição solar. Além disso, há a recomendação de uso frequente de protetor solar e cuidados dermatológicos permanentes.
